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Entrada 13

For your final entry in your Livro de Citações, please write 2-3 paragraphs about your experience performing the scene from the play. How did performing the scene change your understanding of it?How did memorizing the lines affect your understanding of those lines? What did you learn? Eu fui o padre na cena 7, a última da peça. Decorar as linhas do padre me fez pensar mais naquilo que ele estava sentindo. Naquela cena o padre tem dois parágrafos que realmente mostram como ele estava tentando se proteger. Ele queria mostrar o secreto e o delegado como ele tinha tentado tudo e nada adiantou. Por exemplo, ele fala ´Deus é testemunha de que fiz todo o possível para salvá-lo.´ Embora ele pareça estar com muita raiva, eu acho que suas linhas mostram que ele é desesperado. Ele quer que o Zé saia e tudo volte ao normal. O final da cena (e da peça) mostra que embora o padre queira que o Zé saia, ele não queria que morresse. Suas ações certamente levou à morte do Zé, e ele sente aquela culpa...

Entrada 12

Podemos considerar Zé-do-burro como um herói? Sim, pode. Ele faz tudo para comprir com sua promessa, até a morte. Ele pode ser considerado teimoso, mas Zé também é comprometido. Ele está também fazendo essa promessa para alguém, não para si. Ele acredita que se ele não cumprir, o Nicolau vai morrer. Zé também pode ser considerado um herói porque ele só quer cumprir o seu dever. Ele não quer a glória dos homens (e ele poderia ter essa glória).  A destruição de Zé-do-burro, provocada por uma estrutura social da qual a igreja faz parte. A igreja católica, representada principalmente pelo padre, não quer ser associada com o candomblé. Isso parece um pouco estranho porque muitos dos brasileiros acreditam que não tem diferença entre os santos católicos e os orixás do candomblé. A destruição do Zé significa o que a igreja católica gostaria de fazer com essas crenças. Zé é uma representação dessas crenças e portanto o padre (a igreja católica) quer fazer com que ele não cumpra a pro...

Entrada 11

Pagador de Promessas, Dias Gomes (página 71) Padre      (C omo se anotasse as palavras. ) Tão pesada como a de Cristo. O senhor prometeu isso a... Zé      A Santa Bárbara. Padre      A Iansan! Zé      É a mesma coisa Padre      ( Grita. ) Não é a mesma coisa! ( Controle-se. ) Mas continue. Esta parte é bem forte porque o Zé e o Padre não concordam. Para Zé, a promessa que ele fez a Iansan é também para a Santa Bárbara porque ele acredita que é a mesma coisa. O Padre, porém, fica indignado que Zé fez isso. O Padre acredita que tudo de Candomblé é do diabo e deve ser evitado. O Zé acredita que o Candomblé não é tão terrível assim. Ele era desesperado, porém, e talvez não pensou na promessa como devia ter feito. Mas, o Zé é de um lugar onde Candomblé e a Igreja Católica são bem ligados. E a promessa para Iansan (Santa Bárbara) deu certo.

Entrada 10

O Pagador de Promessas, Nota do Autor, Dias Gomes "Como Zé do Burro, cada um de nós tem suas promessas a pagar. A Deus ou ao Demônio, a uma Ideia. Em uma palavra, à nossa própria necessidade de entrega, de afirmação" (15). Essas promessas que temos a pagar são importantes para todos nós. São como metas que podem guiar nossas vidas. Gostei que esta citação fala que nossas promessas a pagar podem ser a Deus, ao Demônio ou a uma Ideia. Esta variedade mostra que nossas promessas não são as mesmas que as de outras pessoas. Também, pode mostrar que estas promessas a pagar não sempre são coisas boas.

Entrada 9

Autopsicografia, Fernando Pessoa O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que leem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só que eles não têm. E assim nas calhas de roda Gira, a entreter a razão Esse comboio de corda Que se chama o coração O poema começa com uma frase que imediatamente chama a atenção do leitor. Isso é porque o leitor, lendo poesia, não pensa que um poeta falaria que ele é um fingidor, que também significa que ele é um mentiroso. Então, o primeiro verso “o poeta é um fingidor” faz o leitor pensar em porque um poeta escreveria poesia, se ele só irá mentir para o povo. Lendo mais, porém, mostra que o poeta tem que ser um fingidor para dar algo ao leitor. O poeta está escrevendo poesia para colocar em obra escrita algo que não pode ser expressado. Poesia não gira em torno da dor que o autor sente. Não gira em torno das ideias do autor. Em contramão, este poema m...

Entrada 8

Epílogos, Gregório de Matos "Que vai pela clereiza?...................Simonia   E pelos membros da Igreja?..........Inveja   Cuidei, que mais se lhe punha?.....Unha.   Sazonada caramunha!   enfim na Santa Sé   o que se pratica, é   Simonia, Inveja, Unha" (149). Este poema foi escrito para os nobres e os lidos da cidade Salvador. Nestas duas estrofes o autor refere a Igreja Católica, que era a religião dominante. Primeiro, ele fala das líderes da Igreja, falando para a clereiza. Simonia é uma palavra que descreve alguém que quer comprar or vender coisas espirituais. Neste sentido, o autor poderia estar sugerindo que a clereiza vende perdão e salvação para as pessoas. E elas compram com dízimo. Ele também refere aos membros da Igreja, falando que eles são invejosos. A unha significa que eles todos estão em baixo do rei e obedecem tudo. A sazonada caramunha é uma frase que não ouvimos muito, porém, significa o maduro choro de crianças. Enfim, o ...

Entrada 7

Cilada verbal, Affonso Romano de Sant'Anna   "Ha vários modos de matar um homem; com o tiro, a fome, a espada ou com a palavra                             --envenenada.  Não é preciso forca. Basta que a boa solte a frase engatilhada e o outro morre                          --na sintaxe da emboscada."  Este poema lista várias maneiras para matar alguém. A primeira estrofe começa listando aquelas maneiras típicas que todos nós conhecemos. O final da estrofe, porém, menciona alguma outra maneira em que pode mater alguém. Diferente que as outras maneiras, a palavra envenenada não precisa de muita força. O autor usa esta ideia de uma palavra envenenada para ensinar que uma palavra tem a mesma força de matar alguém. O tir...